Um clássico por dia!

Saudações Soberanos,

1994 foi ano que mais teve clássicos na história do Tricolor. Eu diria que teve clássico todo dia ou pelo menos quase todos os dias. Todo treinamento era dia de clássico já que de um lado tínhamos:

Zetti; Vítor, Júnior Baiano, Gilmar e André Luiz; Válber, Axel, Cafu e Palhinha; Euller e Müller. Tec. Telê Santana.

Time que tinha conquistado quase tudo que disputou, que vinha de Bi-campeonato da Libertadores e Mundial e que levou mais uma vez o São Paulo a final da Libertadores contra o Velez Sarsfield do até então maior goleiro artilheiro da história Chilavert, disse até então, porque hoje sabemos muito bem quem é o maior goleiro artilheiro da história do futebol. Esta era a terceira final de Libertadores consecutiva dos comandados do Telê. Infelizmente em pleno Morumbi o São Paulo não levou o 3° título e não mudou o nome do seu estádio para Moruntri.

Do outro lado os comandados por Muricy Ramalho:

Rogério Ceni; Pavão, Nelson, Bordon e Ronaldo Luis; Mona. Pereira e Juninho Paulista; Catê. Caio e Denilson.

Time reserva do São Paulo na época e que foi chamado de Expressinho, que jogou a Copa Conmebol (Similar ao que hoje seria a Copa Sul Americana) e representou muito bem as cores do Morumbi fazendo uma excelente campanha principalmente pelo  massacre imposto ao Peñarol na primeira partida da final, o placar foi simplesmente uma sonora goleada de 6 x 1.

O jogo de volta foi só para levantar o troféu lá no Uruguai.

Vale e como vale falar também sobre o jogo da semifinal, onde o Expressinho eliminou o Corinthians em jogos emocionantes no primeiro: 4 x 3 para o Expressinho e no segundo 3 x 2 para o Corinthians. Com os placares a decisão de quem iria para a final foi para os pênaltis e ai brilhou o jovem goleiro Rogério Ceni que marcou na sua cobrança e defendeu duas cobranças dos corintianos classificando o Tricolor para a final e consequentemente para o título. Além de evitar mais uma possibilidade dos corintianos de comemorarem um título internacional importante.

Apesar do grande elenco, de ter dois times, foi o único título conquistado naquela temporada.

Mesmo sabendo, como disse no inicio que os times se enfrentavam todos os dias nos treinamentos, na minha cabeça de garoto eu queria que fosse feito um jogo no Morumbi entre os dois times. Admito que mesmo passando alguns anos eu tenho certeza que teria sido um grande jogo, mais bonito e disputado que muitos daquela temporada e de hoje. Um clássico totalmente tricolor. Um confronto saudável entre mestre e discípulo. Telê x Muricy.

Não posso terminar este meu texto sem parabenizar o Muricy pelo título da Libertadores 2011 justamente contra o Penãrol. Parabéns grande Muricy Ramalho!

Quero também me juntar a todos vocês na torcida por mais uma vitória no Majestoso de domingo e com mais um gol Cenisacional!

Abraço

 

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