Hermanos Tricolores

José Poy - Foto site oficial

Saudações Tricolores!

Quando se fala em sul-americanos no Tricolor logo vem a nossa cabeça os grandes uruguaios, Lugano, Dario Pereyra, Forlán e Pedro Rocha que tanto nos orgulharam com seu futebol de raça e amor a camisa. Porém a aposta do São Paulo desta vez vem da terra do Maradona: Marcelo Cañete

Mas não se enganem com essa história Celeste no Tricolor, um argentino também deixou seu nome aqui. Dentre todos os sul-americanos este em especial é considerado um dos ídolos da década de 50 e como não poderia ser diferente era um goleiro. Estou falando de José Poy.

O arqueiro de Rosário-ARG mostrou seu talento para o Maior do Mundo em um amistoso em 1945, do seu então clube Rosário Central e o São Paulo no Pacaembu. O resultado final foi 2 a 2 e com Poy fazendo milagres.

No entanto o goleiro só viria para o Tricolor quatro anos mais tarde em 1949. Poy fez sucesso no gol são paulino a ponto de mesmo argentino, teve seu nome cotado para Seleção Brasileiro para Copa de 1954. Já pensaram?

Como jogador, foi um dos que por mais tempo atuaram com nosso Manto Sagrado. Foram mais de 12 anos totalizando 565 partidas, ficando atrás apenas de Valdir Peres e claro o M1TO Ceni. Conquistou os Campeonatos Paulistas de 53 e 57.

Ainda como técnico, Poy assumiu o comando Tricolor por diversas vezes entre 1963 e 1985 vencendo então o Paulista de 75.

Marcelo Cañete - por Luiz Pires

Depois do arqueiro, o São Paulo não teve muito sucesso com os Hermanos no time, mas o Cañete chega para mudar essa história e quem sabe entrar para galeria dos grandes sul-americanos Tricolores.

 Na Argentina ele foi tido como o sucessor do craque Riquelme, por lá dizem que só não teve continuidade no Boca porque o próprio Riquelme não daria espaço para jovem promessa. Já no Chile ele é muito querido onde atuou pelo Universidad Católica.

O meia se apresentou nessa segunda-feira e se vê animado em poder atuar em um dos maiores clubes da América e já mostra sua admiração pelo M1TO. “É um clube conhecido mundialmente, um dos maiores da América do Sul. Jogadores históricos fizeram coisas importantes aqui, como o Rogério Ceni”, destacou.

Após toda a apresentação como sucessor de Riquelme e até por suas declarações se dizendo um meia-clássico, cria-se uma expectativa no torcedor que tanto esperou por um jogador em tal posição.

Agora para que tudo isso se concretize, vamos precisar ter paciência para esperar que o Cañete se adapte ao futebol brasileiro e então sim mostre o seu talento e reescreva a história dos argentinos, tão bem como Poy um dia escreveu! E quem sabe um dia o São Paulo além de Celeste possa ser um pouco mais Hermano.

Boa sorte, Cañete!

Vamos torcer galera!

Aquele abraço Soberano,

Adriane Ribeiro.

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2 respostas em “Hermanos Tricolores

  1. Pingback: Para fazer número! | Soberanos

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